
Artwork Description
ENG// Scientists have identified up to 3000 types of bacteria on dollar bills from just one Manhattan bank. Most of the bacteria found were skin, mouth and vagina microbes according to a study conducted by New York University Center for Genomics & Systems Biology. Bacterial cultures, fungi, and viruses finding transport on monetary exchange systems do not respect or understand borders. There are no visas or passports for microbes that hitch rides from hands, noses, and genitalia. Money travels freely nationally and internationally. Cash is a vector of biological cultures traded globally. It possesses formal symbolic memories of a colonialist past as well as emerging colonialist presence, driven by both microbes and now psychometrics with data analytics. As money is a potent signifier of identity, nationalism and a symbolic medium of exchange, it also possesses constitutional beliefs in iconic invocations of wealth and national trust. Money implies all the attendant deities and symbols of nationalist power oversight.
Microbes are indeed the original colonizers on so many levels that we can even trace their influences back to the origins of eukaryotic cells: us. The ideas of symbiogenesis and endosymbiotic theory as an evolutionary explanation of the theory of the origins of eukaryotic cells were first researched and proposed by Russian Konstantin Mereschkowski. Later advanced and scientifically substantiated by Lynn Margulis, lines of evidence have mounted in support of symbiogenesis, Prokaryotic organisms formed over time into organelles (i.e., mitochondria) of the eukaryotic cell. Bacterial cultures, fungi, and viruses have no borders, there are no visas, passports or walls to stop them.
PT// Numa única sucursal de um banco em Manhattan em Nova Iorque foram identificados mais de 3000 tipos de bactérias em notas de dólar. A maioria das bactérias encontradas foram micróbios presentes na pele, na boca e na vagina, de acordo com um estudo conduzido pelo New York University Center for Genomics & Systems Biology. Estas culturas bacterianas, fungos e vírus procuram uma boleia nos sistemas de troca monetária e não respeitam nem compreendem fronteiras. Não há vistos ou passaportes para micróbios que se passeiam nas mãos, narizes e genitais dos seres humanos. O dinheiro viaja livremente a nível nacional e internacional. O dinheiro é um vector de culturas biológicas negociadas globalmente. Possui memórias simbólicas e formais de um passado colonialista, bem como uma presença colonialista emergente, impulsionada tanto pelos micróbios como pela análise psicométrica de dados. Como o dinheiro é um poderoso significante de identidade e nacionalismo, para além de um método de troca mercantil, incorpora também crenças constitucionais e invocações icónicas de riqueza e confiança nacional. O dinheiro representa actualmente todas as divindades e símbolos do poder nacionalista.
Os micróbios são, de facto, os colonizadores originais a tantos níveis que podemos mesmo mapear as suas origens no reino dos eucariotas. O russo Konstantin Mereschkowski investigou e criou as primeiras teorias de simbionogénese e endosimbiótica como forma de explicar a origem e a evolução das células eucariótas. Mais tarde, Lynn Margulis avançou e fundamentou cientificamente novas linhas teóricas da simbionogénese que afirmam que os organismos procariotas ao longo do tempo se transformaram em organelos (nomeadamente mitocôndrias) da célula eucariota. As culturas bacterianas, fungos e vírus não têm fronteiras, não há vistos, passaportes ou muros que os parem.
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About the Artist

ENG// Ken Rinaldo is internationally recognized for interactive art installations that develop hybrid ecologies with human, plant, and animal. These serve as model and experiment for thinking about complex social, biological and machine symbionts that are arising. Exploring critical interface designs allows interrogation of technology as an emergent form with evolutionary survival instincts and self-aware software agents.
Rinaldo is focused on theories of life, symbiogenesis, trans-species communication and research methods to understand and explore animal, insect and bacterial cultures as we model emergent intelligence as they interact, self-organize and co-inhabit the earth. Rinaldo’s works have been commissioned by museums, festivals and galleries internationally, in Canada, Mexico, USA, Finland, Russia, France, Switzerland, Holland, Berlin, England, Colombia, Spain, New Zealand, Italy, Brazil, Australia, Portugal. Rinaldo was the recipient of an Award of Distinction in 2004 at Ars Electronica Austria for Augmented Fish Reality and first prize for Vida 3.0 Madrid for his work Autopoiesis.
PT// Ken Rinaldo é reconhecido internacionalmente pelas suas instalações artísticas interactivas que estabelecem ecologias híbridas com seres humanos, plantas e animais. Estas servem de modelo e experiência para pensar sobre os complexos simbiontes sociais, biológicos e de máquinas que estão a surgir. A exploração de designs de interface críticos permite questionar a tecnologia enquanto forma emergente com instintos de sobrevivência evolutivos e agentes de software auto-conscientes.
Rinaldo foca-se em teorias da vida, simbiogénese, comunicação entre espécies e métodos de investigação para compreender e explorar culturas de animais, insectos e bactérias, à medida que modelamos a inteligência emergente e ela interage, se auto-organiza e co-habita a terra. As obras de Rinaldo foram encomendadas por museus, festivais e galerias internacionais, no Canadá, México, EUA, Finlândia, Rússia, França, Suíça, Holanda, Berlim, Inglaterra, Colômbia, Espanha, Nova Zelândia, Itália, Brasil, Austrália e Portugal. Rinaldo recebeu um Award of Distinction em 2004 na Ars Electronica Austria para Augmented Fish Reality e ganhou o primeiro prémio no Vida 3.0 Madrid pelo seu trabalho Autopoiesis.
