CINEMA FULGOR | Summer Solstice . June 20 — 9pm at Cultivamos Cultura

PT// O CINEMA FULGOR é um cinema com raízes móveis, itinerante pela constelação espacial do Baixo Alentejo. Cinema composto e semente, pretende participar na construção de uma ruralidade viva e autónoma, convocar e nutrir as diversas e dispersas comunidades, propondo o cinema enquanto experiência comunal e ecológica.


Sexta-feira, 20 de Junho às 21H , @cinema_fulgor___ na Cultivamos Cultura. Venham!

SOLSTÍCIO DE VERÃO

Brigid McCaffrey

SANCTUARY STATION

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SANCTUARY STATION traça uma série de encontros com mulheres e jovens que cultivaram ligações intrínsecas às várias formas de vida que habitam as florestas de sequóias e os terrenos remotos do noroeste da Califórnia. As oscilações entre o desejo de solidão e a necessidade de colaboração são recorrentes numa progressão semelhante a um álbum de histórias e de acções pessoais. Estes encontros são enquadrados através dos poemas de Mary Norbert Körte (1934-2022), uma ex-religiosa que construiu a sua própria cabana nas profundezas da floresta, adjacente a um antigo caminho de ferro de exploração madeireira. A vida e a obra de Körte testemunham os fenómenos diários da experiência interna e externa. As representações dos movimentos em curso pela defesa da floresta, os ritos de luto colectivos e pessoais e as rotinas quotidianas íntimas evocam ciclos de vida que se desenrolam neste ambiente intrincadamente entrelaçado.

EN// CINEMA FULGOR is a cinema with mobile roots, a wanderer through the spatial constellations of Baixo Alentejo. Cinema-compost and cinema-seed, intend to participate in the construction of a living and autonomous rurality, to convoke and nurture diverse and disparate communities, proposing cinema as a communal and ecological experience.

On the 20th of June, this Friday, 9pm, @cinema_fulgor___ at Cultivamos Cultural. Join us!

SUMMER SOLSTICE

Brigid McCaffrey

SANCTUARY STATION

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SANCTUARY STATION traces a series of encounters with women and young people who have cultivated intrinsic connections to the various forms of life that inhabit the sequoia forests and remote terrains of northwestern California. The oscillations between the desire for solitude and the need for collaboration recur in a progression similar to an album of personal stories and actions. These encounters are framed through the poems of Mary Norbert Körte (1934-2022), a former nun who built her own cabin deep in the forest, adjacent to an old logging railroad. Körte’s life and work bear witness to the daily phenomena of internal and external experience. Representations of ongoing movements to defend the forest, collective and personal mourning rites and intimate daily routines evoke life cycles that unfold in this intricately interwoven environment.

📍Rua de Odemira 15, São Luis  – Cultivamos Cultura

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