Com(posto) / Com(post) exhibition 2020 | Faculty of Fine Arts Gallery at the University of Lisbon 6th – 26th February

Exhibition Com(post)

Compost is organic matter that has been decomposed in a process called composting. It is a process of recycling various organic materials, also considered waste and produces a soil conditioner (compost).

This year’s exhibition in the Faculty of Fine Arts Gallery of the University of Lisbon has a dual title as the word compost has a complexity of meanings that are relevant to the cohesiveness of the show as a whole, but also as a composite of artworks that have profound meaning by themselves. Com(post) implies a process of transformation, and this year Cultivamos Cultura is reflecting very much about transformation. The unavoidability of changes is a constant awareness we have throughout our lives, through the times that we live now. Compost and composite, composition, Com(posto) [translated here as possibly: with parts, made of parts, with and put]  is an exhibition about cycles, about transformation and becoming something else, something that will encourage growth new beginnings, better beginnings. As we become aware of the need to change in our world, in our planet in our lives it feels necessary to remember that life is a dynamic process. That life is a consistent process of transformation and adaptation, that we must think of it as a somewhat process of composting. Art, more than any other human endeavour can show and be itself a reflection of this cycle as life and therefore the best way to remember the process of being something different, something else, something more, or something less, composing what we will need for a potential future. This year’s exhibition is com(posed) of a small series of works from different artists that makes rethink what we can become. 

Works:
 
Summer School by: Diana Aires, Tiago Costa, Ânia Pais, Molly Ashley, Henry Wang, Rita Wand, Narae Jin, Jeff Warmouth, Ellen Wetmore, Alex Warmouth, Mark Lipton, Dalila Honorato, Hege Tapio, Eira Tapio, Adam Zaretsky and Marta de Menezes
Abrigo by: Diana Aires, Tiago Costa, Ânia Pais
Vessel by: Crystal Kershaw)
Short movies by Movimento – “While the Tea Goes Cold” (Clara Chastin, Daniele Grosso, Delfina Lavalle, Ernst Dauenh, Flavia Regaldo, Marie Merckle, Marta Têpê, Matthew Michel, Teresa Sardinha); “Estranha Estufa” (Mário J. Negrão, Luisa Ghini, Rui Monteiro); “Jangada” (Bruno Caracol; Marie Merklé; Flávia Regaldo; Clara Chastin; Catarina Simões); “Paixão Póstuma” (Inês T. Alves; Pavel Tavares; Filipe Carvalho; Felicitas Sonvilla); “Ramerrame” (Inês T. Alves / With: Flávia Regaldo; Matthew Michel; Isabella Permanschlager; Pavel Tavares; Margarida Albino); “Dancefight” (Isabella Permanschlager); “IF” (Margarida Albino)
Black Gold by: Hege Tapio, Mark Lipton and Marta de Menezes
Regresso by: Ânia Pais
Eira Beira by: Dalila Honorato
Vessel *1 by: Jeff Warmouth
Haute Flash by: Marne Lucas
 
 

Exposição Com(posto)

O composto é matéria orgânica que foi decomposta em um processo chamado compostagem. É um processo de reciclagem de vários materiais orgânicos, também considerados resíduos e produz um condicionador de solo (composto).

A exposição deste ano na Galeria da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa tem um título duplo, pois a palavra composto tem uma complexidade de significados relevantes para a coesão desta mostra como um todo, mas também como um conjunto de obras de arte que têm significado profundo por si mesmas. Com(posto) implica um processo de transformação, e este ano a Cultivamos Cultura reflectiu muito sobre processos de transformação. A inevitabilidade das mudanças é uma constante que temos ao longo de nossas vidas, sobretudo no presente que vivemos agora. Composto e com-posto, composição, Com(posto) é uma exposição sobre ciclos, sobre transformação e sobre uma transformação em algo mais, algo que incentiva o crescimento de novos começos, de melhores começos. À medida que tomamos consciência da necessidade de mudar em nosso mundo, o nosso planeta, as nossas vidas, torna-se necessário e fundamental lembrar-nos que a vida é um processo dinâmico sem fim. Que a vida é um processo consistente de transformação e adaptação, que talvez devamos pensar nela como um processo de compostagem, cíclico. A arte, mais do que qualquer outra actividade humana, pode mostrar e ser um reflexo desse ciclo como vida e, portanto, a melhor maneira de nos lembrarmos que o processo de ser algo diferente, algo mais, algo mais ou algo menos, começa por compôr e decompor o que precisamos para um potencial futuro. A exposição deste ano é composta por uma pequena série de obras de diferentes artistas que repensam o que nos podemos tornar.

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